A Maternidade Escola Santa Mônica confirmou, por meio de nota, que enfrenta um quadro de superlotação com número de pacientes acima da sua capacidade. Atualmente, a unidade dispõe de 40 leitos para gestantes e puérperas e 10 leitos de pré-parto, encontrando-se com 13 gestantes internadas nesta área.
Nessa sexta-feira (17), O Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed/AL) publicou um vídeo mostrando a situação no local. Os registros revelam um cenário de superlotação nos corredores da unidade, o que segundo o sindicato, colocaria em risco a vida de pacientes e profissionais de saúde.
Ainda segundo nota da maternidade, a situação é agravada pela existência de dois casos que exigem isolamento — uma paciente com síndrome viral e outra com tuberculose —, o que demanda a individualização das pacientes e reduz a capacidade operacional das enfermarias.
Todo o processo está sendo acompanhado pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, para garantir a segurança assistencial às pacientes.
Lei a nota na íntegra
A Maternidade Escola Santa Mônica informa que enfrenta um quadro de superlotação, nesta sexta-feira (17), com número de pacientes acima da sua capacidade.
Atualmente, a unidade dispõe de 40 leitos para gestantes e puérperas e 10 leitos de pré-parto, encontrando-se com 13 gestantes internadas nesta área.
A situação é agravada pela existência de dois casos que exigem isolamento — uma paciente com síndrome viral e outra com tuberculose —, o que demanda a individualização das pacientes e reduz a capacidade operacional das enfermarias.
Todo o processo está sendo acompanhado pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, para garantir a segurança assistencial às pacientes.
A Santa Mônica continuará cumprindo seu papel de referência estadual, acolhendo gestantes de alto risco das regiões sob sua responsabilidade.
Eventuais redirecionamentos somente ocorrerão caso outras unidades de referência, como os hospitais da Cidade e Universitário, apresentem condições de absorver a demanda.
A superlotação é um desafio que ultrapassa a gestão da unidade, estando diretamente relacionada ao funcionamento do complexo de atenção materno-infantil no estado.
A solução definitiva passa pela estruturação da rede de atenção obstétrica, especialmente por meio da ampliação e qualificação do pré-natal nos municípios, com foco na prevenção e controle de agravos e na garantia de assistência adequada desde o início da gestação.







