Uma família alagoana iniciou uma campanha nas redes sociais na tentativa de encontrar uma mulher que foi entregue para adoção ainda bebê, em Maceió, entre os anos de 1981 e 1985. O principal objetivo é realizar o sonho da mãe biológica, que deseja reencontrar a filha após mais de quatro décadas.
A publicação foi feita por Daniela Santos, que procura a irmã, numa página no Facebook.
De acordo com Daniela Santos, filha da dona Marizete da Silva Santos, de 58 anos, mãe biológica da pessoa procurada, sua mãe viveu por alguns meses com um casal de médicos no bairro Vergel do Lago, na capital alagoana. Na época, enfrentando dificuldades, ela acabou entregando a recém-nascida ao casal.
“Minha mãe morou na rua por tempo e para se proteger do frio e dos perigos, ela pulou o muro dessa casa que era baixo e dormiu. Quando acordou o cachorro tava perto dela e a dona da casa, que decidiu abrigá-la. Foi assim que ela ficou morando com essa família. Ela já estava com a barriga grandinha” Conta Daniela.
As informações sobre o paradeiro da menina são limitadas, mas a família reuniu detalhes que podem ajudar na identificação. Segundo as lembranças de Marizete, o casal era formado por médicos, não tinha filhos e morava próximo à entrada do Vergel do Lago, nas imediações de um posto de combustíveis e de uma lanchonete. A residência teria um muro baixo e cachorros no quintal.
Outro detalhe que pode auxiliar nas buscas é que a mãe de um dos integrantes do casal morava na cidade de Propriá, em Sergipe.
Ainda segundo Daniela, Há alguns anos, um amigo da família, hoje falecido, comentou que a menina poderia ter sido registrada com o nome de Yasmin Ketlen, informação que não foi confirmada.
Atualmente, a mulher procurada teria entre 42 e 45 anos. A família também recebeu informações de que ela poderia ter seguido a profissão dos pais adotivos e se tornado médica.
Não buscamos qualquer benefício material. Nosso único desejo é conhecer nossa irmã biológica e realizar o sonho da nossa mãe, que há mais de 40 anos espera reencontrar a filha.”, diz Daniela.
Quem reconhecer a história ou tiver qualquer informação que possa contribuir para a localização da mulher pode entrar em contato diretamente com a família. O compartilhamento da história também é considerado fundamental para ampliar o alcance das buscas e aumentar as chances de um reencontro após mais de 40 anos.
Informações: Daniela Santos – Facebook






