O Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira (12) a reforma trabalhista apresentada pelo governo do presidente Javier Milei. As discussões sobre o texto ocorreram em meio a protestos na frente da sede do Congresso.
Os manifestantes entraram em confronto com a polícia, e ao menos 15 pessoas foram presas.
A reforma é considerada crucial para o programa ultraliberal de Milei. Após 13 horas de sessão, o texto básico foi aprovado por 42 votos a favor e 30 contra. Após o aval, os senadores passaram a discutir cada artigo da proposta. Para entrar em vigor, as mudanças ainda precisam passar pela Câmara.
O projeto atraiu a forte oposição de sindicatos e de políticos peronistas, que argumentam que o texto reverteria medidas que protegem os trabalhadores de abusos e dos frequentes choques econômicos do país.
Indenizações pagas aos trabalhadores, tempo de férias e gestão das horas extras são alguns dos itens no alvo da reforma.
Fonte: Infomoney






