A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) investiga a denúncia de venda ilegal de falso atestado médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Trapiche, em Maceió.
De acordo com relato da administração da unidade, o documento era vendido por R$ 40, a unidade. O pagamento se dava pela modalidade PIX. E o nome de uma médica. seu CRM e o endereço da UPA mencionada eram usados indevidamente. Um boletim de ocorrência foi registrado pela gerência do local.
O delegado Sidney Tenório informou que toda a documentação já foi recebida e será encaminhada ao distrito responsável pela apuração do caso.
O uso de documento falso pode resultar em pena de até três anos de reclusão, além de demissão por justa causa no ambiente de trabalho.
Em nota, a unidade informou que existe um procedimento administrativo específico para autenticação dos atestados médicos apresentados por funcionários.







