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Chocolate na Páscoa: como consumir com equilíbrio e fazer escolhas mais saudáveis

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Com a chegada da Páscoa, o consumo de chocolate cresce no Brasil e reacende o debate sobre os impactos do alimento na saúde. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) apontam que o brasileiro consome, em média, 3,9 kg de chocolate por ano, com aumento significativo em períodos sazonais como a Páscoa. Além disso, levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, divulgado em 2023, mostra que 41% dos brasileiros consomem chocolate semanalmente, enquanto cerca de 10% ingerem o produto com alta frequência, o que acende um alerta para o consumo excessivo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, desde 2015, que o consumo de açúcares livres não ultrapasse 10% das calorias diárias, sendo ideal abaixo de 5%.

Estudo da University of Birmingham, divulgado em 2025, mostrou que compostos do cacau ajudam a proteger os vasos sanguíneos, mesmo em situações de estresse. Em 2026, uma publicação na revista científica Food & Function confirmou efeitos positivos dos flavonoides na redução da pressão arterial e na saúde endotelial.

Diante desse cenário, o médico e professor da pós-graduação de Nutrologia da Afya Maceió, Yuri Brandão, explica que o consumo pode ser equilibrado, desde que haja orientação adequada. “A Páscoa traz um desafio clássico: conciliar tradição e saúde metabólica. A solução não está em proibir, mas em orientar. O consumo de chocolate pode ser feito sem culpa, desde que a escolha seja baseada na qualidade nutricional do produto”, afirma.

O especialista destaca a diferença entre chocolate industrializado e cacau funcional. “Chocolate ao leite e branco têm alta concentração de açúcar e gordura, com pouca presença de cacau. Já o chocolate amargo, com teor acima de 70%, é rico em flavonoides, especialmente a epicatequina, que possui efeitos benéficos comprovados na saúde cardiovascular”, explica.

Além dos efeitos no coração, há evidências sobre o metabolismo. Estudos recentes publicados em 2025 indicam que os compostos bioativos do cacau podem contribuir para a sensibilidade à insulina e auxiliar no controle de doenças como o Diabetes Tipo 2.

“Os flavonoides do cacau atuam na função vascular, no controle da pressão arterial e também na resposta à insulina. Ou seja, dependendo da escolha, o chocolate pode deixar de ser um vilão e se tornar um aliado da saúde”, destaca Yuri Brandão.

Para evitar excessos durante a Páscoa, o nutrólogo orienta estratégias simples no dia a dia. “O ideal é consumir chocolate após refeições principais, pois isso reduz o impacto glicêmico. Além disso, o consumo com atenção plena ajuda a aumentar a saciedade e evitar exageros”, orienta.

Por fim, o especialista reforça que o equilíbrio é o principal caminho. “Não se trata de abstinência, mas de escolha consciente. Quando o consumidor opta por chocolates com maior teor de cacau, ele passa a consumir não apenas um doce, mas uma fonte de compostos bioativos com respaldo científico”, conclui.

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, sendo 32 com cursos de Medicina, além de 25 unidades voltadas à pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e da saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas em operação, com mais de 24 mil alunos formados ao longo de 25 anos.

Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no Brasil utiliza ao menos uma solução digital do portfólio Afya, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq, em 2019, a Afya já recebeu prêmios do Valor Econômico, incluindo o “Valor Inovação” (2023) como a empresa mais inovadora do Brasil e o “Valor 1000” como a melhor empresa de educação nos anos de 2021, 2023, 2024 e 2025. O CEO da companhia, Virgílio Gibbon, foi reconhecido como o melhor executivo da área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).

Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: educacaomedica.afya.com.br/ e ir.afya.com.br.

Fonte: Ascom

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