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URGENTE: Primeira Turma do STF tem maioria para rejeitar recurso e manter condenação de Bolsonaro

Ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar trama golpista. Defesa apresentou embargos, mas 3 ministros já rejeitaram argumentos dos advogados.

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (7) para rejeitar recurso e manter a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão na chamada trama golpista.

Os ministros julgam no plenário virtual os chamados embargos de declaração, que pedem esclarecimentos sobre omissões, contradições e obscuridades nos votos.

Além do relator, Alexandre de Moraes, já votaram pela rejeição Flávio Dino e Cristiano Zanin.

Os votos podem ser inseridos no sistema eletrônico até o dia 14.

Em setembro, por 4 votos a 1, a Primeira Turma entendeu que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que atuou para manter o ex-presidente no poder mesmo após a derrota nas urnas eletrônicas.

O grupo usou estrutura do Estado, como A Agência Brasileira de Inteligência e a Polícia Rodoviária Federal, contra adversários políticos, além de ter planejado até o assassinato de autoridades e atacado o sistema eletrônico de votação.

Estão sendo julgados os os embargos de declaração de:

  • Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
    Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha;
    Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF;
    Augusto Heleno, general e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
    Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
    Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa;
    Walter Braga Netto, general da reserva e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa.
  • A defesa de Bolsonaro classificou a sentença como injusta e afirmou que “é impossível manter a condenação”. Os advogados alegaram que a condenação pelos atos de 8 de janeiro não se sustenta, porque ele não foi autor intelectual, nem incitou o crime.

Também disseram que faltam provas que relacionem Bolsonaro ao plano para matar autoridades, o plano Punhal Verde e Amarelo.

Ao votar pela rejeição do recurso de Bolsonaro, Moraes afirmou que ficou devidamente comprovado o papel de liderança do ex-presidente no grupo criminoso.

“Também foi demonstrada a autoria delitiva do embargante [Bolsonaro], tendo exercido a liderança da organização criminosa armada, tendo os apoiadores invadido os edifícios-sede das instituições democráticas destruíram, inutilização e deterioraram patrimônio do Estado Brasileiro, com a propagação da falsa narrativa de fraude eleitoral no ano de 2022”, disse o relator do caso.

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