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28/06/2024 às 08h52 - atualizada em 28/06/2024 às 14h06

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MACEIO / AL

Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é comemorado nesta sexta-feira
A história por trás dessa data remonta à década de 1960, em Nova York, quando frequentes invasões policiais em bares frequentados por pessoas homossexuais, trans, travestir e Drag queens resultaram em agressões e prisões injustas.
Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é comemorado nesta sexta-feira
A história por trás dessa data remonta à década de 1960, em Nova York, quando frequentes invasões policiais em bares frequentados por pessoas homossexuais, trans, travestir e Drag queens resultaram em agressões e prisões injustas.

28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, uma data para comemorar as conquistas da comunidade e lembrar a luta contínua pelo respeito à diversidade, pelos direitos civis fundamentais e pelas políticas contra a discriminação. A história por trás dessa data remonta à década de 1960, em Nova York, quando frequentes invasões policiais em bares frequentados por pessoas homossexuais, trans, travestir e Drag queens resultaram em agressões e prisões injustas. Em resposta, ativistas se reuniram em 28 de junho de 1969 em frente ao bar Stonewall Inn e confrontaram a polícia, desencadeando protestos que simbolizam a luta pela liberdade e igualdade LGBTQIA+. Conhecido também como o Dia da Libertação da Rua Christopher, este evento marcou a história da comunidade LGBTQIA+.


Em uma palestra no Instituto Legislativo Brasileiro no Senado, a professora e especialista em Direito LGBTQIA+ e Diversidade, Cintia Cecilio, destacou que o mês do orgulho dá mais visibilidade a pautas importantes para a comunidade.


"A gente pode aproveitar o mês do orgulho, como o assunto está em debate, a gente precisa falar mais sobre os direitos que precisam ser conquistados pela população LGBTQIA+, pensando que nós cumprimos com todos os nossos deveres, pagamos todos os impostos igualmente com as pessoas heteronormativas e não temos acesso aos mesmos direitos. Nosso desejo não é tirar o direito das pessoas heteronormativas, a gente só quer ter acesso aos mesmos direitos. Então aproveitar esse mês para falar sobre o direito e sobre o orgulho de sermos quem somos, de existirmos."


No Brasil, a primeira marcha pelos direitos LGBTQIA+ ocorreu em 1997, na Avenida Paulista, em São Paulo, reunindo cerca de 2 mil pessoas. Atualmente, é considerada a maior parada do gênero no mundo. Em 2022, a Parada LGBT+ de São Paulo bateu o recorde de 4 milhões de pessoas. A cúpula do Senado no dia 28 vai estar iluminada com as cores da bandeira que forma um arco-íris. Sob a supervisão de Marcela Diniz, da Rádio Senado, Júlia Lopes.

FONTE: Agência Senado

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